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Sobre Patanjali – Parte IV

outubro 8th, 2009 | Posted by Ana Toledo in Sem categoria
patanjali
Patanjali

Continuando nosso breve estudo sobre os Yoga Sutras de Patanjali, em Sobre Patanajali – Parte III, começamos a ver os yamas por ahimsa, ou não-violência.

O segundo deles é satya que é a verdade, a sinceridade e a honestidade. Proceder conforme sua consciência, agindo sempre de boa-fé.

O seguinte pilar é asteya, que significa ausência de desejo, não-roubar, não-cobiçar. É tomar para si somente o que lhe pertence, sem desejar mais do que lhe cabe.

O quarto é brahmacarya, isto é, continência ou castidade. Há muita confusão sobre este aspecto, pois a primeira ideia que vem à cabeça é de termos que nos tornar monges celibatários. O conceito de brahmacarya não quer dizer abstenção de contato sexual. Na verdade, ele pressupõe um direcionamento cuidadoso de toda energia criativa que existe dentro de nós. Não é dispersar toda nossa expressão criativa indiscriminadamente, mas cuidar para que ela seja canalizada e concentrada para objetivos outros que não somente o desfrute sensorial.

O último yama é aparigraha. Este conceito significa uma perseverância na austeridade, libertação de excessos. É viver sem possessões excedentes e de acordo com o que a vida lhe oferece naturalmente, adaptando-se sem resistência. Outro lado deste conceito é aplicar aos pensamentos esta mesma falta de rigidez, a não possessividade também em relação a eles. Sendo bastante sutil, deve ser trabalhado continuamente como uma forma de alcançar o conhecimento puro.

No próximo post, niyamas

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