Yoga. Espiritualidade. Corpo.
Header

Barbie fazendo Yoga?

setembro 25th, 2012 | Posted by Ana Toledo in Sem categoria - (Comentários desativados em Barbie fazendo Yoga?)

Tamanha é a popularidade do yoga nos Estados Unidos que ser professora desta atividade é agora uma das possíveis profissões para a eterna Barbie.

Só não entendi bem o cachorrinho…

O que você acha disso?

Karuna: piedade ou compaixão?

setembro 20th, 2012 | Posted by Ana Toledo in Sem categoria - (Comentários desativados em Karuna: piedade ou compaixão?)

É bastante comum utilizarmos em nossos discursos, de forma equivocada, os termos compaixão e piedade como sinônimos.

O filósofo André Comte-Sponville em seu livro, Pequeno Tratado das Grandes Virtudes, define bastante bem a diferença entre a compaixão e a piedade.

A piedade é sentida de cima para baixo. A compaixão, ao contrário, é um sentimento horizontal, só tem sentido entre iguais, ou antes, e melhor, ela realiza essa igualdade entre aquele que sofre e aquele (ao lado dele e, portanto, no mesmo plano) que compartilha do seu sofrimento. Nesse sentido, não há piedade sem uma parte de desprezo; não há compaixão sem respeito

 A verdadeira, genuína e luminosa compaixão é muito, muito rara. Enquanto que na piedade (conceito acima de tudo cristão) está sempre bem camuflada esta fatia de desprezo, a compaixão situa-se um degrau abaixo do amor incondicional, que a engloba. A compaixão é sentir como o outro, a dor do outro, como nos é tão fácil sentir quando este outro é objeto de nosso amor. Não é fácil reconhecer na própria carne o sofrimento de um filho? A compaixão é a extensão dessa capacidade para todos, sem distinção.

Karuna: piedade ou compaixão?

Em sânscrito, traduz-se karuna por compaixão e não piedade. A piedade brota da nossa culpa e, como já disse aqui antes, não há culpa nos ensinamentos orientais, hindus e budistas, mas sim a ação e as suas consequências.  O aparecimento da compaixão genuína dentro de nosso coração é um dos sinais descritos nos textos clássicos de que estamos percorrendo o caminho certo em direção aos nossos objetivos espirituais mais elevados e seu cultivo é segurança de que nele permaneceremos.

O termo sânscrito envolve ainda uma ação objetiva conjugada a esse sentido, sendo o oposto da “sobrevivência do mais forte” na medida que exige que se tome providências para fortalecer o mais fraco. Sofrer com o outro – ter compaixão por ele – é tentar aliviar seu sofrimento e não somente ser simpático ou solidário a sua dor.

A verdadeira compaixão prescinde da piedade.

A história do banco de Viparita Dandasana

setembro 18th, 2012 | Posted by Ana Toledo in Sem categoria - (Comentários desativados em A história do banco de Viparita Dandasana)
Banco de Viparita Dandasana

Banco de Viparita Dandasana

O Centro de Iyengar Yoga de Kuala Lumpur na Malásia – Swarupa Iyengar Yoga – publicou a história sobre a criação do banco de Viparita Dandasana.

Quem já o utilizou recordará a imensa delícia que é se deixar alongar pela suave curvatura de seu apoio.

A história do banco de Viparita Dandasana

Em 1958, Iyengar fez a sessão de fotos para o livro Luz da Ioga no estúdio “Welling Photo” onde o proprietário, Sr. Welling, possuía um banco arqueado (algo como um U invertido) no qual ele pedia a seus clientes que se sentassem para serem fotografados. Um dia, durante uma sessão de fotos de Guruji, uma jovem chegou para ser fotografada já que sua família necessitava enviar sua foto para um possível pretendente. Então, o proprietário interrompeu a série de Iyengar para tirar a foto da futura noiva. O banco em formato de U foi trazido e pediram a ela que sobre ele fizesse sua pose. Após ter sido tirada a foto, Guruji retornou para sua sessão. Ele viu o banco, sentou-se nele, e curvou suas costas e se alongou sobre ele. Ele imediatamente disse: “Isso é maravilhoso para alongar o corpo” e a ideia do banco destinado às flexões para trás foi concebida. Ele agora é utilizado por todos para alongamento, pelos saudáveis, pelos doentes ou pelos idosos, tornando-se um acessório bastante confortável. É claro que, mais tarde, a forma do banco foi modificada para adequar-se às nossas necessidades.

 

 

Como você me trata é seu karma…

setembro 13th, 2012 | Posted by Ana Toledo in Sem categoria - (Comentários desativados em Como você me trata é seu karma…)

…como eu reajo é o meu.

Buddha e flores de lótus nas fotos de Brian English

setembro 4th, 2012 | Posted by Ana Toledo in Sem categoria - (Comentários desativados em Buddha e flores de lótus nas fotos de Brian English)

Lindo o trabalho do fotógrafo Brian English!

Sua série em preto e branco de 51 fotos intitulada BUDDHA traz fotos de paisagens, esculturas religiosas hindus e flores de lótus encantadoras.

Acesse o site de Brian English para apreciar suas obras.

Ganesha

 

The Daily Bandha e as flexões para frente

setembro 4th, 2012 | Posted by Ana Toledo in Sem categoria - (Comentários desativados em The Daily Bandha e as flexões para frente)

Provavelmente já falei desta fonte de estudos em artigos anteriores, mas nunca é demais falar sobre ela: o blog The Daily Bandha.

Assino suas cartas regulares, cujas informações são sempre relevantes e acrescentam uma visão mais precisa dos asanas analisados.

Os últimos artigos (sempre em inglês, infelizmente) tratam da questão das flexões para frente, do tronco sobre as pernas, as quais têm sido acusadas de causar o aparecimento de hérnias nos discos vertebrais.

Segundo a conclusão abaixo extraída de uma pesquisa recente disponível na Biblioteca Americana de Medicina,  o que causaria esses desalinhamentos vertebrais seriam fatores genéticos:

A visão comum de que a degeneração do disco é principalmente um resultado do envelhecimento e “desgaste” por traumas mecânicos e lesões não foi comprovada por esta série de estudos. Em vez disso, a degeneração do disco parece estar determinada, em grande parte, pelas influências genéticas. Embora fatores ambientais também desempenhem um papel, não é a exposição à rotina de cargas físicas (por exemplo, exigências físicas pesadas versus leves) o fator principal como anteriormente supunha-se.

The Twin Spine Study: contributions to a changing view of disc degeneration

 A consequência dessa condenação das flexões para frente é o medo da parte dos professores e alunos, além de tentativas de adaptações desastradas que acabam fazendo mais mal do que bem para a coluna.

Enquanto aguardamos mais pesquisas, utilizem as informações desse ótimo blog para fazer com que suas flexões e demais posturas transformem-se, de fato, em bálsamos para seu corpo e mente. Quanto mais se estuda, mais é possível descobrir de que forma podemos ajudar o corpo a abrir-se e a mente a segui-lo nesta desafiante empreitada.